O
nordeste transmontano e todo o País tem estado a passar por uma seca terrível,
seca essa, que acaba com a vegetação campos, e por consequência, propicia os
riscos de queimadas.
2017
começou muito complicado as queimadas pelas regiões só tem vindo a aumentar,
devido às pastagens sem nenhum tipo de umidade, as chances de uma pequena
faísca se tornar num incêndio enorme é fatal, principalmente quando não se
tomam alguns cuidados.
Nesse
período de seca, quando viaja e atira com uma “ponta de cigarro” para estrada
por exemplo, pode acabar numa catástrofe ambiental, nesta temporada também,
vários agricultores aproveitam para queimar restos de roçagens, ao ponto de
haver depois possibilidade das chamas se descontrolarem podendo dar origem a
grandes. Incêndios. Por isso, evite ao máximo provocar queimadas,
principalmente distante de lugares onde não haja depois acesso a água.
Além
dos problemas ambientais, as queimadas podem propiciar fogos nas populações e o
fumo que afeta diretamente a respiração, com isso os problemas respiratórios
podem aparecer, provocando muito desconforto às pessoas.
Devido
à falta de chuva e ao calor intenso, os campos secaram e as populações devem
sentirem-se obrigadas a poupar este precioso liquido. Por exemplo: às vezes, as
populações abastecidas de água do Rio Maças no Concelho de Vimioso, as pessoas chegam
a fazerem a sua higiene, cozinhar e beber a água que resta das represas toda
barrenta, pondo a vida em perigo, das comunidades.
Para
fazer face à situação, o executivo de Vimioso está a levar a cabo um projeto de
construção de sistemas de abastecimento, no âmbito da implementação do aumento
da represa do Rio Maçãs, que permitirá distribuir água para o consumo, destas
populações.
De
acordo com dados oficiais, Ministério da Agricultura e Pescas, Alimentação
e Ambiente, os reservatórios têm perdas contínuas de água devido à falta
de chuva que tem sido praticamente nula neste ano. Este tipo de eventos
extremos pode piorar no futuro como resultado de mudança climática.
A
falta de água está a agravar o estado atual das reservas de água, afetando a
agricultura, pecuária, abastecimento de água em quase todas as regiões do País,
só para dar uma ideia como se poderia repor as albufeiras nos índices das suas
capacidades, seria preciso chover dois meses e meio sem parar, é claro,
chovendo normalmente. A meteorologia diz que proximamente vai chover em todas
as regiões do País, enquanto isso não acontece, é bom começarmos a habituar a
termos todos de nos convencer em poupar este precioso liquido tão importante
para a vida.
Ilídio
Bartolomeu

